ESPOSAS AMIGAS, TEMOS QUE FAZER ALGO...

VOU AQUI MENCIONAR OS ESTADOS UNIDOS PELO SIMPLES FATO DE SER UM PAÍS QUE NÓS TODOS TEMOS UM BOM CONHECIMENTO DELE. NOS ESTADOS UNIDOS, UM CARA QUE MATA, ESQUARTEJA VAI PARA PRISÃO PERPETUA OU PENA DE MORTE... MAS AQUI NÃO, AQUI É DIFERENTE... O CARA FOI PRESO EM 2003, E EM 2007 JÁ ESTAVA SOLTO... É... E HOJE ESTÁ ESTUDANDO NA FACULDADE... QUE COISA LINDA, NÃO É...???

NÃO ENTENDO NOSSO SISTEMA DE JUSTIÇA... O CARA OU ERA PARA ESTAR PRESO O RESTO DA VIDA, OU EM UM MANICÓMIO SE FOSSE COMPROVADO QUE ELE É PSICOPATA, MAS JAMAIS ESTÁ DE VOLTA AS RUAS, LIVRE , LEVE E SOLTO... EU NÃO ENTENDO ISSO... QUE JUSTIÇA É ESSA????

O CARA MATOU, ESQUARTEJOU, SEJA LÁ POR QUAL MOTIVO ELE ALEGUE TER FEITO ISSO, O QUE FICA CLARO AQUI É QUE ELE MATOU COM REQUINTES DE CRUELDADE, E HOJE ESTÁ SOLTO NAS RUAS E ESTUDANDO...

QUE PAÍS É ESSE??? ERA PARA ELE ESTAR PRESO, E LONGE DA SOCIEDADE...

ELE ALEGA QUE PERDEU CRM, PERDEU MUITA COISA, QUE HOJE É UMA PESSOA SOLITÁRIA, ETC E TAL... MEU DEUS, E A MULHER QUE ELE MATOU??? PERDEU A VIDA, O QUE É PERDER ALGO MAIS VALIOSO QUE A VIDA??? E ESSE CARA DIZ QUE PERDEU MUITA COISA COM TUDO ISSO... ME POUPE ! ISSO É UMA AFRONTA A FAMÍLIA DA MULHER MORTA E ESQUARTEJADA POR ESSE LOUCO CRIMINOSO. MAS NOSSO SISTEMA DE JUSTIÇA TÁ CAGANDO E ANDANDO PARA AS FAMÍLIAS DAS VÍTIMAS, PORQUE ACHAM NORMAL UM ASSASSINO DESSES VOLTAR A VIVER SOLTO NAS RUAS. ESSAS LEIS TEM QUE MUDAR !!! URGENTEMENTE...

NESSAS HORAS TENHO VERGONHA DE TER NASCIDO EM UM PAÍS COMO ESSE BRASIL, ONDE UM ASSASSINO ANDA LIVRE NAS RUAS DEPOIS DE TER MATADO E ESQUARTEJADO UMA MULHER... PASSOU 5 ANOS NA CADEIA E ESTÁ SOLTO, ESTUDANDO NA FACULDADE... NÃO SEI SE RIU OU SE CHORO DISSO TUDO... PORQUE É INACREDITÁVEL...

UM CASO RECENTE, FOI A DE UMA JOVEM BRASILEIRA NOS ESTADOS UNIDOS, MORAVA EM SAN DIEGO, E O COLEGA DELA DE QUARTO, MATOU E ESQUARTEJOU ELA, E JOGOU OS PEDAÇOS DO CORPO DELA ESPALHADOS NO LIXO. SÓ QUE O CARA, FOI PRESO E CONDENADO A MORTE... ISSO MESMO MORTE. JUSTIÇA FEITA. SEI QUE UMAS PESSOAS NÃO SÃO A FAVOR DA PENA DE MORTE, MAS LÁ ISSO EXISTE SIM. PARA MIM MESMO QUE NÃO FOSSE CONDENANDO A PENA DE MORTE, MAS PRISÃO PERPETUA DEVIA PEGAR, PORQUE SÓ ASSIM SE TIRAVA UM ELEMENTO DESSES DO CONVÍVIO COM A SOCIEDADE.

A FAMÍLIA DESSA MOÇA NÃO A TERÁ DE VOLTA, MAS PELO MENOS JUSTIÇA FOI FEITA. MAS NO CASO DA FAMÍLIA DA MULHER QUE FOI MORTA E ESQUARTEJADA POR ESSE MÉDICO AQUI NO BRASIL NÃO A TERÁ DE VOLTA, E O ASSASSINO ESTÁ INDO PARA FACULDADE. SÓ AQUI MESMO ISSO ACONTECE...

LEIAM A REPORTAGEM ABAIXO TIRADA DO G1

AH E VEJAM BEM O QUE UMA COORDENADORA DE UMA TURMA DIZ: ¨O PASSADO DELE NÃO TEM NADA HAVER COM O PRESENTE¨HELLOOOOOOOOOOOOOO, COMO NÃO TEM HAVER??? O CARA ASSASSINOU BRUTALMENTE UMA MULHER, PORQUE ELE DIZ QUE ESTAVA SENDO AMEAÇADO PELA EX AMANTE ETC E TAL... E O PASSADO DELE NÃO TEM NADA HAVER COM O PRESENTE????? HELLOOOOOOOOOOOOOO, O QUE NÓS SOMOS HOJE É SIMPLESMENTE CONSEQUÊNCIA DO QUE VIVEMOS NO NOSSO PASSADO, E UMA COISA TEM HAVER COM A OUTRA SIM... ME SURPREENDE MUITO UMA PESSOA NA FACULDADE E AINDA MAIS COORDENADORA FALAR UMA COISA DESSA... ABSURDOOOO PURO.


Condenado em abril de 2008, há exatamente dois anos,

a 13 anos de prisão pela morte e esquartejamento da ex-paciente e amante Maria do Carmo Alves, mas beneficiado por um habeas corpus do Supremo Tribunal Federal (STF), o ex-cirurgião plástico Farah Jorge Farah, de 61 anos, pode ser encontrado entre alunos de gerontologia no campus Leste da Universidade de São Paulo (USP) e também na turma de direito da Universidade Paulista (Unip), instituições onde estuda.

A convivência com os colegas de classe, no entanto, nem sempre é harmônica, já que, segundo ele, nem todo mundo entende sua presença na universidade.

Maria do Carmo Alves foi morta, teve o corpo

retalhado e colocado em pedaços no porta-malas

de um carro em 24 de janeiro de 2003.

Preso em 27 de janeiro, três dias após o crime,

Farah foi solto em 29 de maio de 2007 e ficará

em liberdade até decisão final da Justiça.

Ele disse que na cadeia, 'exceto um ou outro',

todos o tratavam bem.

Sem dinheiro e sem profissão, mas sorridente e

simpático, Farah dá um sorriso tímido quando questionado

sobre sua vida sentimental, diz que vive a maior parte

do tempo solitário e enfrenta resistência de parte

dos colegas universitários.

"Eu tenho minhas amizades. Agora, na maior parte do

tempo, eu fico solitário. Eu gosto de conversar com

as pessoas, mas estou aqui para estudar", disse

Farah ao G1 na tarde de quinta-feira (15) ao deixar o campus Leste da USP.

Uma estudante do campus que pediu ao G1 para

não ser identificada disse que Farah enfrenta resistência

dos colegas e quase nunca é convidado para as rodas.

Ela contou que certa vez, na fila do bandejão,

fizeram piada sobre picadinho de carne para alfinetar o ex-cirurgião.

Farah disse que nunca ouviu a insinuação.

"Não sei se é hostilidade ou se são brincadeiras

para chamar atenção do Farah. Não sei se foram para

alfinetar. Essa (piada sobre picadinho) ainda não saiu.

Talvez tenha saído em rodas pequenas, fechadas.

Peço a Deus que neste momento tape meus ouvidos

porque eu já sofri tanto. Sofro sempre, todos os dias."

Na quinta-feira (15) , ao deixar a sala de aula,

Farah conversava com a coordenadora da turma

de gerontologia, Valéria Lima Lins, de 18 anos.

Ela disse que o ex-médico é bem aceito, pelo

menos pelos colegas de turma.

"O Farah entrou na sala, todo mundo aceitou bem ele.

Até colocaram ele em alguns grupos de estudo.

Todo mundo fala com ele. O passado dele não

tem nada a ver com o presente", afirmou. Mas Valéria

mesmo disse que no campus alguns alunos olham

para o ex-médico com "cara torta".

Farah afirmou que também é alvo de hostilidades

de seus colegas de direito na Unip. "Tem gente que nunca

conversa comigo, não vai com a minha cara e não admite

que eu faça faculdade", disse Farah. "Infelizmente as

pessoas sobem em um pedestal", afirmou. O ex-médico disse

que compreende a dificuldade das pessoas em aceitá-lo.

"Acredito que a verdade ainda vai transparecer.

Isso vai depender de vocês (imprensa), conforme vocês

me mostrarem. Eu não justifico nada. Não justifico nem

matar uma barata hoje em dia. Não estou querendo comparar

pessoas com baratas. Só quero que as pessoas entendam

como estava minha cabeça na época das perseguições e das ameaças."

O ex-médico, que teve o registro cassado, viaja no

trem da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos

(CPTM) entre sua casa e o campus USP Leste.

"Eu vou falar uma gíria. Eu passo o chapéu na família toda semana.

Não está muito fácil. Perdi CRM, perdi um monte de coisas e agora estou aqui."

REPORTAGEM DO G1

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