SOU UMA MÃE INTEGRAL

Muitas vezes fico pensando se sou uma boa mãe, fico me auto analisando pra ver se faço tudo certinho. Mas o que seria ¨tudo certinho¨???? Tem alguma fórmula para isso? Tem algum manual para ser uma mãe perfeita? Ops!!! perfeita nunca seremos, nem como mães, nem como mulher, nem como esposa, enfim esse papo de perfeição não nos cabe. Mais pelo menos chegar a um certo grau de satisfação pessoal como mãe, isso podemos.
Cada mãe tem a sua própria regrinha, eu não sou do tipo que segue regras que são ditas como sendo ¨as certas¨ eu não sigo manual algum, porque eu acho que cada criança é única, cada filho é único, cada situação é única, e cada um tem o seu tempo de aprendizado e de interagir com a sua própria situação de vida.
Por isso manual para se ensinar a ser uma boa mãe não existe, existe sim a coerência do que é certo e errado e dos limites que temos que ter, e isso é para tudo em nossas vidas.
Ser mãe em tempo integral como eu sou, sem férias nem feriados, é algo que nos ensina muito com o dia dia a sermos realmente mães, a paciência se torna gigantesca, o sono se torna nosso companheiro mais íntimo, na real é bem cansativo, mais apesar do cansaço é bem prazeroso ser mãe 24 horas, é algo que eu julgo sublime e mais valioso que ouro.
Claro que as vezes queria ter um tempinho pra mim, só meu, ir pra um spa por exemplo, ah esse é um sonhoooo, sonho mesmo, porque spa custa a cara da morte, e grana para isso nem pensar, porque nossa prioridade é o nosso filho, e todas as suas despesas. Porém como o spa está descartado, o que posso fazer é escrever no meu blog enquanto escuto choro pela casa, idas e vindas em cima da mamãe pra chamar pra brincar, para pedir algo, ou para teclar com a mamãe, coisa que ele adora, então mãe em tempo integral é 24/7 sem intervalos.
Então sendo assim, eu mesmo crio as nossas regras que não são bem regras, apenas vivo de acordo com a situação em que estou, e tendo fazer dela a melhor possível para todos nós, não sou rígida e nem liberal, acho que tem que ter um meio termo para todas as situações. Esse papo de hora para tudo, regras para tudo, aqui em casa não tem, e a experiência que tenho tido de volta é muito boa, um lar em paz, em harmonia e no nosso próprio ritmo. Não seguimos ritmo de ninguém, fazemos o ritmo da nossa família, sempre vizando o bem estar e uma educação consciente para nosso filho.
Sou uma mãe participativa na vida de meu filho, brinco com ele de pular, de carrinho, brinco no parquinho de areia fazendo bolas de areia, danço com ele e com os backyardgans, jogo bola com ele no apartamento, brinco de almofadas, pinto com ele, enfim, faço aquela farra com ele, participo de tudo e sou uma mãe ativa para brincar mesmo. Não sou mãe de pose, que manda a babá descer com o filho enquanto ela sai ou fica fazendo sei lá o que, e muito menos sou aquele tipo de mãe que desce com o filho mais leva a babá a tira colo para a babá ir brincar com o filho enquanto a mãe só olha de longe. Eu não sou desse tipo, sou do tipo que volta pra casa depois de uma tarde no parquinho com areia até na cabeça kkkkkk.
Então ser mãe em tempo integral no meu casa requer muita energia o dia todo,e sempre.
A vida é feita de fases, e cada fase tem suas necessidades, eu estou na fase em que brincar é o lema !!!
A minha profissão é ser mãe do Otto, e não trocaria por nenhuma outra profissão!
Sou a presidente da minha empresa, quer algo melhor que isso?

3 comentários:

  1. Que lindo post. e parabéns por ser uma mãe tão dedicada e que ama tanto sua família. Você é um grande exemplo! Se muitas mães fossem como você, o mundo não teria tanto ódio, mágoa e violência.
    Um homen ensina um indivíduo, uma mãe ensina um nação! Seus ensinamentos e amor ficarão na memória de seu filho para sempre, e sei que será isso que ele irá querer passar para os filhos dele.
    Um grande beijo e um bom fim de semana!

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  2. Oi, Alice!

    Essa é uma questão que me persegue e me assombra dia e noite. Fui mãe aos 23 anos, estava cursando o 2º ano de faculdade e foi uma gravidez inesperada, de um cara que eu amava demais, mas que abandonou o barco pouco tempo depois que soube da minha gravidez.
    Quando meu filho nasceu, minha vida não pôde parar, dadas as circunstâncias, então procurei conciliar os papéis de profissional, mãe e estudante. Eu consegui, me formei em dezembro e continuo trabalhando, mas às vezes me sinto em falta com o meu filho, pois chego muito cansada em casa e nem sempre consigo dar a atenção que ele quer e merece. Tem também a questão da paciência, a minha não é lá essas coisas, e meu filho está numa fase de muitas peraltices. Há também o fato de que o pai dele não é quase nada presente, o que significa que todas as responsabilidades são só minhas, e isso cansa um pouco.
    Mas penso que faço o melhor que posso, e que o mais importante é que o amo incondicionalmente e estou sempre ao seu lado, vendo-o crescer. Perfeição não existe mesmo, o importante é fazermos o que está ao nosso alcance, e sermos felizes.

    Bjus

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  3. OBRIGADA AMIGAS PELOS COMENTÁRIOS, AMEI !!!

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